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Conheça as 10 tendências que vão ditar os rumos da análise de dados em 2022

Uma nova dinâmica de mercado se impõe às empresas diante dos desafios globais, como a pandemia, que demonstrou quanto forças externas afetam a cadeia de suprimentos. Assim como os problemas são sistêmicos, as soluções para os desafios comerciais precisam ser coletivas, com o compartilhamento de recursos, processos e pessoas. 

Nesse contexto, a transformação digital já não é suficiente. Agora, as empresas precisam de inovação digital, que abre diversas possibilidades para a geração de dados e insights. É o que aponta a Qlik – multinacional referência em integração e análise de dados. Confira, a seguir, as dez tendências que vão ditar os rumos da análise de dados:

1) Mineração de colaboração

Diante da pandemia, a colaboração e a inteligência de negócios se tornaram inseparáveis, uma vez que a incorporação de aplicativos de fluxos de trabalho no home office ampliou as possibilidades de colaboração com partes externas. Já não basta a colaboração chegar ao final da cadeia, após a descoberta dos insights. Ela precisa chegar antes, quando os dados derivados são gerados.

2) Vida longa ao ‘dashboard’

Embora muito tenha sido falado sobre o fim do dashboard, a ferramenta ainda deve permanecer por um bom tempo. Mais do que simples monitoramento de KPIs, o dashboard evolui para oferecer análises investigativas profundas, embasadas por aplicativos de análises avançadas e interativas. De acordo com pesquisa da IDC, apenas 33% dos executivos se sentem à vontade para questionar os KPIs e as métricas utilizadas nas empresas onde trabalham. 

3) ‘Business intelligence’ compreensível

Na medida em que os dados ficam mais distribuídos e fragmentados, dentro e fora das organizações, os analistas também têm mais dificuldade para explicá-los por trás de métricas, KPIs ou cálculos. Nesse cenário, a linhagem de dados passa a ser essencial para triangulá-los, explicá-los e aumentar a confiança dos usuários para reagir aos insights gerados por esses dados.

4) Foco nos custos 

Conforme foram modernizados e amplamente adotados, os data warehouses e data lakes possibilitaram consultar grande quantidade de dados, em tempo real. No entanto, isso pode causar a falta de controle em relação aos custos da computação em nuvem. Por isso, é importante adotar uma abordagem de gerenciamento de dados e analytics com base em frequência e latência, para identificar quando a atualização em tempo real é necessária. 

5) Nuvens distribuídas 

A maioria das empresas não busca mais uma solução de TI única e universal. Elas optam por um conjunto de ferramentas que atenda às exigências de custo, desempenho e governança de diversas cargas de trabalho. Nesse contexto, ter uma infraestrutura distribuída em nuvem reforça a capacidade da empresa de acessar e compartilhar dados entrelaçados com confiança. 

6) ‘Insights’ incorporados 

Para criar uma abordagem colaborativa, de fora para dentro, a empresa deve abrir o analytics para todo o ecossistema, o que inclui parceiros e clientes – todos precisam se beneficiar, inclusive o cliente do cliente. Os insights precisam surgir para cada usuário e processo de negócios. À medida que os microinsights contextualizados forem mais difundidos, a confiança no sistema aumentará.

7) Automação de aplicativos 

Com a economia da API, novas formas de entrelaçamento em iniciativas conjuntas são abertas para empresas, parceiros, clientes e até concorrentes. Nesse contexto, a automação de aplicativos é considerada uma nova área forte, porque elimina a necessidade de escrever códigos dessas integrações, o que  torna a oportunidade muito mais acessível para um maior número de atores.

8) Ampliação da capacidade de todos

Com os dados amplamente disponíveis e os usuários de negócios podendo criar os próprios aplicativos, a alfabetização de dados segue fundamental. Embora ainda seja vista como pouco acessível, a ciência de dados – ao ser sobreposta ao analytics – ampliará a capacidade de todos e o que é feito nos laboratórios poderá ganhar escala.

De acordo com levantamento da Gartner, até 2025, a escassez de cientistas de dados não atrapalhará mais a adoção da ciência de dados e aprendizagem de máquina nas empresas.

9) Alta prioridade para segurança 

Em 2021, as equipes de segurança e compliance precisaram de se atualizar com a acelerada digitalização, provocada pela pandemia. Com isso, a segurança passou a ocupar a liderança na intenção de investimentos dos CEO´s, de acordo com a pesquisa anual da Gartner. Novos métodos estão surgindo para permitir mais interoperabilidade com confiabilidade, como o uso dos padrões abertos.

10) ‘Data mesh’ para dados distribuídos

A necessidade de aceder rapidamente dados em cenários cada vez mais distribuídos tem exigido das empresas uma gestão integrada. Cada vez mais os dados serão tratados como produto para acelerar a integração de clientes e fornecedores e melhorar a gestão do inventário. Contar com uma arquitetura capaz de lidar com esse rápido crescimento de dados – em vez de uma plataforma de dados centralizados – possibilitará o facto da empresa quanto o ecossistema se tornem mais ágeis e robustos.

Os 10 tópicos principais do Marketing Digital

Para qualquer negócio, esteja em e-commerce ou não, é importante conhecer o Marketing Digital. Este é um tipo de marketing que acompanha a evolução tecnológica, traduzindo-se em novas formas de “fazer vender” um determinado produto ou serviço. Se já tem um negócio ou está a pensar começar um novo, fique a saber quais são as ferramentas mais significativas do Marketing Digital. Através da nossa seleção ficará a conhecer um pouco mais sobre esta área de conhecimentos, ajudando-o a expandir todas as possibilidades que o mundo digital lhe oferece.

Marketing de Conteúdo

O conteúdo gerado por uma determinada empresa no seu site, blog ou social media, é uma das estratégias do marketing digital mais relevantes. Estes conteúdos são feitos para criar a percepção do público-alvo sobre a especialidade e temas nos os quais incidem o seu produto ou serviço. Por exemplo, se tiver um negócio de venda de livros, será importante criar conteúdos acerca de literatura, autores ou citações. Esta é uma forma de reter consumidores e gerar leads.

Publicidade de Pesquisa Paga

Tal como o nome indica, esta é a forma mais imediata de publicitar o seu negócio online. Os anúncios surgirão nos motores de pesquisa porque foram pagos. Campanhas deste género conseguem ser muito efetivas para criar uma imagem de marca junto do seu público-alvo. Pessoas interessadas no seu produto ou serviço serão logo levadas para o seu website.

Landing Page

Em português, página de aterragem, esta é a página de destino para um determinado anúncio ou link de outra página. Este é o rosto da sua campanha de venda, ou seja, deverá ser construída com o objetivo de conseguir informações de contacto; influenciar outras pessoas e espalhar a palavra acerca do seu negócio; fazer com que o um possível consumidor contacte diretamente a sua empresa; e acima de tudo: promover uma venda online.

Display Advertising

Este é um modo de publicidade online similar à pesquisa paga. No entanto, distingue-se pelo uso de banners com imagens e texto noutros websites. Esta é uma forma de converter os consumidores a serem porta-vozes da sua marca, recomendando o seu negócio diretamente nas suas páginas. Mais uma vez, esta é uma excelente forma para criar uma imagem de marca.

Search Engine Optimization (SEO)

O Search Engine Optimization é a forma mais utilizada para destacar a página do seu negócio nos motores de busca. Esta é a maneira de as pesquisas feitas pelos consumidores serem levadas aos produtos e serviços oferecidos pela sua empresa. Assim, usando determinadas palavras-chave dos conteúdos produzidos pela sua página web, quem procurar por estas irá normalmente encontrar o seu site no topo dos motores de busca.

Social Media

Facebook, Twitter, LinkedIn e Google+ fazem parte das redes sociais mais usadas e nas quais muitos negócios estão a incorporar nos seus planos de marketing. No entanto as redes sociais são um fenómeno jovem e em constante mudança, sobre as quais os negócios precisam de estar sempre em constante evolução. Elas são ferramentas de grande valor pois conectam os clientes às marcas, sendo possível usá-las para responder a questões acerca dos produtos em venda, melhorando a experiência do consumidor .

Vídeo Marketing

Esta é uma das formas mais recentes para publicitar os seus produtos e serviços de formas criativas. A sua expansão surge da diminuição de custos associados à produção de vídeos. Assim, e estando acessível a todos aqueles que têm um negócio, esta é mais uma das formas de gerar leads e reter consumidores.

E-mail Marketing

Tal como o próprio nome o indica, esta é uma ferramenta que faz uso do e-mail para publicitar produtos e serviços, sendo das melhores para fazer um contacto inicial com possíveis consumidores. No entanto é preciso terem-se bem claras as regras para uma campanha eficaz de e-mail marketing. Spam não é e-mail marketing e é cada vez mais visto como uma prática nociva aos negócios.

Design Intuitivo

A importância de se ter um website para o seu negócio é muito grande. Nele deve estar espelhado uma arquitetura que reflita a sua imagem de marca, mas que também seja fácil de se usar. O design do seu website deve conseguir passar claramente a mensagem que tem para os seus clientes.

Mobile Marketing

A experiência de uso de smartphones e tablets é a grande evolução tecnológica do nosso tempo. Por esta razão os negócios devem ter as suas páginas web otimizadas para o uso destes aparelhos. Assim como se deve ter em especial atenção o tipo de publicidade que já é possível fazer através do uso das apps desenhadas para smartphones e tablets.

Fonte: universia

Porsche lança-se no mundo dos iates

Da estrada para as águas: A Porsche é conhecida plos carros desportivos, mas agora tem o nome também associado a um iate. O GTT 115 é um iate de luxo, fruto de uma colaboração entre a construtora náutica italiana Dynamiq e o estúdio de design da marca alemã, o Studio F. A. Porsche. 

Vai ser certamente mais fácil sonhar com este iate do que comprá-lo. O preço ultrapassa os 13 milhões de euros. Para William Mathieson, diretor editorial do grupo Superyacht, é tudo uma questão de marca: “É como se a Aston Martin chegasse ao nosso nicho, isso criaria entusiasmo. Com a Porsche passa-se o mesmo. Querem fazer parte deste cocktail de luxo, apostando ao mesmo tempo na precisão da engenharia. Penso que isto reflete bem ambas as coisas”.

É um barco de propulsão híbrida, com 35 metros de comprimento, velocidade de cruzeiro de 21 nós e uma autonomia de 3400 milhas náuticas. Foi uma das estrelas do Salão do Iate, no Mónaco. O principado, habituado às mais luxuosas embarcações, durante todo o ano, teve uma dose extra nos últimos dias, com a apresentação de novidades por parte dos principais atores desta indústria. Se alguns, poucos, puderam ver e comprar, a maior parte ficou, literalmente, a ver navios. 

fonte: euronews

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